segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Jesus – Qual deles queremos? Cont. Rei e Libertador.

            E eu e você, que Jesus queremos encontrar? Um Rei que nos oriente politicamente e um libertador que nos tire das garras da violência que hoje impera nos dando uma vida próspera e feliz ou um orientador espiritual que nos liberte do mundo e das garras do pecado?

O terceiro ofício de Jesus é o de rei. Desde o início da monarquia em Israel, os reis eram ungidos. Depois da rejeição de Saul, Deus mandou que Samuel ungisse a Davi e o Senhor prometeu que a descendência de Davi jamais deixaria o trono de Israel (II Sm. 7:12-17).
12 Quando teus dias forem completos, e vieres a dormir com teus pais, então farei levantar depois de ti um dentre a tua descendência, o qual sairá das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino.

13 Este edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino para sempre.

14 Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho; e, se vier a transgredir, castigá-lo-ei com vara de homens, e com açoites de filhos de homens.

15 Mas a minha benignidade não se apartará dele; como a tirei de Saul, a quem tirei de diante de ti.
16 Porém a tua casa e o teu reino serão firmados para sempre diante de ti; teu trono será firme para sempre.
17 Conforme a todas estas palavras, e conforme a toda esta visão, assim falou Natã a Davi.
Esta promessa se cumpre, precisamente, em Jesus que, segundo a genealogia, era o herdeiro presuntivo da coroa de Judá (Mt. 1:1-17).


Por isto, os judeus, inclusive os apóstolos, esperavam alguma atitude de Jesus, próprias de um Rei e Libertador. Na época do ministério terreno de Jesus, os judeus estavam sob o domínio do Império Romano.
Ao nascer, Jesus também foi reconhecido como rei. Os magos do Oriente viram a estrela no céu e chegaram à conclusão de que o rei dos judeus havia nascido (Mt. 2:1-12), tendo, então, viajado até Jerusalém a fim de adorá-lo. Este episódio, aliás, é narrado tão somente por Mateus, cujo livro tem por objetivo mostrar aos judeus que Jesus é o Messias, o Rei, descendente de Davi, que devia vir ao mundo (Mt. 1:1).
Mateus 2: 1-12
1 E, TENDO nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,
2 Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo.
3 E o rei Herodes, ouvindo isto, perturbou-se, e toda Jerusalém com ele.
4 E, congregados todos os príncipes dos sacerdotes, e os escribas do povo, perguntou-lhes onde havia de nascer o Cristo.
5 E eles lhe disseram: Em Belém de Judéia; porque assim está escrito pelo profeta:
6 E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as capitais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel.
7 Então Herodes, chamando secretamente os magos, inquiriu exatamente deles acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera.
8 E, enviando-os a Belém, disse: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore.
9 E, tendo eles ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela, que tinham visto no oriente, ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino.
10 E, vendo eles a estrela, regozijaram-se muito com grande alegria.
11 E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.
12 E, sendo por divina revelação avisados em sonhos para que não voltassem para junto de Herodes, partiram para a sua terra por outro caminho.
Jesus disse que havia vindo ao mundo para ser Rei e o rei, conforme vimos acima, tinha, por primeiro, que ser escolhido por Deus. Ora, como já vimos, o fato de Jesus ter nascido da descendência de Davi era a prova de que havia sido escolhido por Deus, há séculos, para ser o Messias. É interessante observar que, ao contrário de todos os demais reis que haviam descendido de Davi, Jesus foi o único a nascer na cidade de Davi, ou seja, Belém (Mt. 2:1), cumprindo-se, assim, a profecia de Miquéias, a respeito (Mq. 5:2), a confirmar, assim, que ali estava o descendente de Davi por excelência, Aquele que havia sido prometido a Davi para “tempos distantes”.
Ao ser interpelado pelo povo, Jesus mostrou que havia vindo para libertá-los do pecado, pois quem pratica o pecado é seu escravo (João. 8:31-36).
31 Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos;
32 E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
33 Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres?
34 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado.
35 Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre.
36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.
 A principal libertação de que carecia Israel era a libertação do pecado. Enquanto Israel não se libertasse do pecado e passasse a obedecer a Deus de todo o seu coração, não conquistaria a sua liberdade política tão almejada. Isto tem sido uma realidade constante no meio do povo judeu e, mesmo após a restauração do Estado de Israel, em 1948, vemos, no tabuleiro da política internacional, que a manutenção da existência de Israel como nação independente depende do apoio que recebe dos Estados Unidos da América, sendo, pois, uma independência precária e mantida a duras penas, como nos mostram os conflitos no Oriente Médio.
 Não há liberdade sem que haja paz e a libertação prometida por Jesus era a libertação que concederia paz, o descanso com que Deus havia aquinhoado Israel após as conquistas obtidas por Davi e que perdurou até o final do reinado de Salomão (II Sm. 7:1; I Rs.5:4). Jesus traz paz a cada ser humano (Rm. 5:1) e esta paz interior se transforma em uma paz social, em uma nação de paz.
1                   TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;
Os judeus pensavam que o Messias viria de imediato, como um Libertador político, como alguém que os retiraria da dominação estrangeira, mas Jesus veio para tratar da libertação integral, libertação esta que se inicia pela libertação do pecado, pelo fim da dominação do mal sobre a criatura humana. Por isso, Jesus veio estabelecer o reino de Deus entre os homens.
Mateus 12
28 Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, logo é chegado a vós o reino de Deus.
Lucas 10
9 E curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: É chegado a vós o reino de Deus.
Lucas 10
17 E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam.
18 E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.
19 Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum.
20 Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus.
21 Naquela mesma hora se alegrou Jesus no Espírito Santo, e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste às criancinhas; assim é, ó Pai, porque assim te aprouve.
 A Bíblia nos ensina que sem Jesus o homem vive aprisionado. Jesus traz libertação verdadeira, pois conhecer a Verdade/Palavra significa conhecer o próprio Jesus. O Evangelho de João apresenta Jesus como a Palavra (Jo 1:10-12), logos, no grego, também traduzido por Verbo e a Verdade.
João 14
6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
 O pecado é que escraviza as pessoas: (Jo 8:33-34). Os judeus contenderam com Jesus alegando que eram descendentes de Abraão e que por isso não eram escravos de ninguém. Jesus revela que todos, inclusive os judeus, são escravos do pecado. Isto quer dizer que todos são pecadores e que não conseguem por si mesmos deixar de ser – é preciso haver uma intervenção sobrenatural de Deus através de Jesus (realce o v. 36 Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres).
 Jesus liberta do poder do diabo: O pecado é desobediência a Deus e que todo pecado oferece legalidade para ação do diabo.
João 8
42 Disse-lhes, pois, Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.
43 Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.
44 Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.
 Leia o texto e note que há quatro características dos cativos do diabo no ensino de Jesus: i) Eles não amam Jesus (v. 42); ii) Eles não dão ouvidos às Palavras de Jesus (v. 43); iii) Eles obedecem aos desejos do diabo (v. 44);) Eles são mentirosos - apegados à mentira (v. 44).
 Podemos concluir que Jesus liberta. Aleluia! O apóstolo João escreveu em I Jo 3:8, 9 sobre a razão da vinda de Jesus: destruir as obras do diabo (v. 8).
1 João 3
8 Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.

9 Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus.
Somente Ele tem este poder, de libertar alguém do pecado (cf. v. 9). O v. 9 fala da semente divina. Orem e confessem a fé na Verdade, Jesus, à renúncia ao pecado. Peça a presença do Espírito Santo, a semente divina. Declare em alto e bom tom: Eu amo Jesus. Creio na Palavra, recebo a Palavra e vivo na Verdade. Sou liberto pelo poder de Jesus. Sou livre, porque o Filho de Deus me libertou. Aleluia! O pecado não mais domina minha vida. O diabo não mais domina a minha vida. Jesus é meu Senhor e Salvador! Aleluia!

            Ainda vem mais por aí. Aguardem!

domingo, 5 de outubro de 2014

Jesus - Qual deles queremos?

Qual é o Jesus que você busca? Surpreso? Saiba o que isto significa.

            Há diversidade de Ministérios espalhados pela face da terra, com usos e costumes diferentes. Até aí tudo bem. Usos e costumes podem diferenciar, bem como formas de governo e administração de igrejas, porem, a Doutrina Cristã jamais poderá ser diferente entre as denominações. Tenha a igreja o nome que tiver e sendo ela grande ou pequena, não importa; o que interessa é saber se a doutrina de Cristo está sendo aplicada.
            Muitos ensinamentos doutrinários são incompletos, errados ou hereges pelo fato de que o doutrinador não conhecer a Cristo como deveria ou buscar um Jesus a seu modo ou apenas buscar uma parte de Jesus e não busca-Lo por completo. Vejamos o texto a seguir para entendermos:

Marcos 8

1 NAQUELES dias, havendo uma grande multidão, e não tendo que comer, Jesus chamou a si os seus discípulos, e disse-lhes:
2 Tenho compaixão da multidão, porque há já três dias que estão comigo, e não têm que comer.
3 E, se os deixar ir em jejum, para suas casas, desfalecerão no caminho, porque alguns deles vieram de longe.
4 E os seus discípulos responderam-lhe: De onde poderá alguém satisfazê-los de pão aqui no deserto?
5 E perguntou-lhes: Quantos pães tendes? E disseram-lhe: Sete.
6 E ordenou à multidão que se assentasse no chão. E, tomando os sete pães, e tendo dado graças, partiu-os, e deu-os aos seus discípulos, para que os pusessem diante deles, e puseram-nos diante da multidão.
7 Tinham também alguns peixinhos; e, tendo dado graças, ordenou que também lhos pusessem diante.
8 E comeram, e saciaram-se; e dos pedaços que sobejaram levantaram sete cestos.
9 E os que comeram eram quase quatro mil; e despediu-os.
10 E, entrando logo no barco, com os seus discípulos, foi para as partes de Dalmanuta.
11 E saíram os fariseus, e começaram a disputar com ele, pedindo-lhe, para o tentarem, um sinal do céu.
12 E, suspirando profundamente em seu espírito, disse: Por que pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo que a esta geração não se dará sinal algum.
13 E, deixando-os, tornou a entrar no barco, e foi para o outro lado.
14 E eles se esqueceram de levar pão e, no barco, não tinham consigo senão um pão.
15 E ordenou-lhes, dizendo: Olhai, guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes.
16 E arrazoavam entre si, dizendo: É porque não temos pão.
17 E Jesus, conhecendo isto, disse-lhes: Para que arrazoais, que não tendes pão? Não considerastes, nem compreendestes ainda? Tendes ainda o vosso coração endurecido?
18 Tendo olhos, não vedes? E tendo ouvidos, não ouvis? E não vos lembrais,
19 Quando parti os cinco pães entre os cinco mil, quantas alcofas cheias de pedaços levantastes? Disseram-lhe: Doze.
20 E, quando parti os sete entre os quatro mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes? E disseram-lhe: Sete.
21 E ele lhes disse: Como não entendeis ainda?
22 E chegou a Betsaida; e trouxeram-lhe um cego, e rogaram-lhe que o tocasse.
23 E, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos, e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa.
24 E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens; pois os vejo como árvores que andam.
25 Depois disto, tornou a pôr-lhe as mãos sobre os olhos, e fez olhar para cima: e ele ficou restaurado, e viu cada homem claramente.
26 E mandou-o para sua casa, dizendo: Nem entres na aldeia, nem o digas a ninguém na aldeia.
27 E saiu Jesus, e os seus discípulos, para as aldeias de Cesaréia de Filipe; e no caminho perguntou aos seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens que eu sou?
28 E eles responderam: João o Batista; e outros: Elias; mas outros: Um dos profetas.
29 E ele lhes disse: Mas vós, quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, lhe disse:
Tu és o Cristo.
30 E admoestou-os, para que a ninguém dissessem aquilo dele.
31 E começou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem padecesse muito, e que fosse rejeitado pelos anciãos e príncipes dos sacerdotes, e pelos escribas, e que fosse morto, mas que depois de três dias ressuscitaria.
32 E dizia abertamente estas palavras. E Pedro o tomou à parte, e começou a repreendê-lo.
33 Mas ele, virando-se, e olhando para os seus discípulos, repreendeu a Pedro, dizendo: Retira-te de diante de mim, Satanás; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas as que são dos homens.
34 E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me.
35 Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará.
36 Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?
37 Ou, que daria o homem pelo resgate da sua alma?
38 Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos.

cura do cego - um sinal

é no Jesus da palavra que devemos crer

Aquele Jesus que encontra e ouve o pecador - Zaqueu era um deles

             Muitos conhecem ou querem um Jesus que faz sinais, como: curas, milagres, etc.; claro que devemos crer nestas coisas que são bíblicas, contudo não é bom que tenhamos Jesus por aquilo que Ele faz ou possa fazer, mas por aquilo que Ele realmente é, representa e significa, principalmente por aquilo que o próprio Jesus deseja que o conheçamos.
            No texto acima destacamos com letras maiores e sublinhamos partes que falam da indignação de Jesus pelo fato de pessoas o desejarem por causa de sinais.
            No caso do cego vejamos o seguinte para entendermos o assunto. Foi a única cura que Jesus realizou em duas etapas. Na primeira oportunidade o cego não vê claramente depois ele tem sua visão completamente restaurada.
            Queridos, entendamos uma coisa: quando olhamos determinada coisa, emocionalmente, não temos a noção exata daquilo que estamos vendo. É necessário que olhemos novamente, agora com “razão”, para que possamos ter o discernimento correto daquilo que estamos vendo.
            Os discípulos, sabendo que a jornada seria longa, poderiam ter levado dos pães que sobraram na multiplicação para se alimentarem mais tarde, todavia não o fizeram. Será que esperavam um novo milagre de multiplicação? Devemos enxergar as coisas com uma visão realista e não ficarmos na dependência de milagres para que nossa vida se mova. Isto não agrada a Deus porque Ele não quer que o vejamos como um prestador de serviços que está disponível a qualquer hora e em qualquer situação.

            Jesus quer que o vejamos e o tenhamos como o Cristo Salvador e Deus. Amém? Vamos continuar esse assunto. Aguardem!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

ADORAÇÃO E ADORADORES – CONCLUSÃO – FALSA ADORAÇÃO

            O que é falsa Adoração? Quais são as formas de idolatria às quais a bíblia se refere? Quais os cuidados que devemos ter?

            Longe de mim deixar fluir aqui minha própria opinião. Tudo aquilo que tenho de convicção foi a Palavra de Deus, através da leitura da bíblia, quem me ensinou.
            Vejamos alguns versículos chave sobre o assunto:
Êxodo 20: 4 – Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
Deuteronômio 7: 25 – As imagens de escultura de seus deuses queimarás a fogo; a prata e o ouro que estão sobre elas não cobiçarás, nem os tomarás para ti, para que não te enlaces neles; pois abominação é ao Senhor teu Deus.
Deuteronômio 11: 16 – Guardai-vos, que o vosso coração não se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e vos inclineis perante eles;
            Mais uma vez afirmo sem nenhum medo de erro que não existe interpretação para as palavras da bíblia.
            Os comentários de teólogos tanto evangélicos quanto católicos visam convencer ao leitor segundo a “doutrina religiosa” que pregam. Isto acoplado a uma boa dose de filosofia ideológica enchem corações dessas ideologias e o pior de tudo é que parece que trancam esses corações e jogam a chave fora e as pessoas ficam presas nas garras da religiosidade e suas tradições erradas.
            Imagem é imagem. Ídolo é ídolo em qualquer língua e em qualquer tradução. Somos privilegiados. Recebemos a bíblia, tanto as versões evangélicas quanto as católicas já traduzidas numa linguagem interpretada e de fácil entendimento. O que mata o ensinamento Cristão verdadeiro são os comentários. Vale o que está escrito ao pé da letra e pronto.
            Vejamos o texto a seguir: Isaias 42: 8 – Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura. Imagem de escultura aqui significa qualquer imagem. Está generalizado. O texto de Exodo 20 acima deixa claríssimo que estão proibidas imitações do que há em cima nos céus, na terra ou nas aguas.


 A foto acima é da Igreja de São Judas Tadeu, localizada no Bairro da Vitória, Zona Leste de Patos, cidade do Sertão a 320 quilômetros de João Pessoa, teve suas imagens sacras destruídas na noite deste sábado (11-01-2014).
De acordo com informações da Delegacia de Patos, um jovem entrou utilizando uma motocicleta, pelo acesso lateral da igreja por volta das 22h e conseguiu quebrar a porta. Ao ter acesso às imagens sacras expostas, quebrou pelo menos cinco delas, segundo a polícia. Equipamentos eletrônicos também foram danificados.
Após os atos de destruição, o jovem fugiu. A Polícia Militar foi acionada e conseguiu localizar e prender o suspeito Leonardo Silva Cavalcanti.
Ele já teria invadido pelo menos cinco igrejas da cidade, entre elas a de maior importância histórica para o município, a Catedral de Nossa Senhora D’aguia, e cometido os atos de vandalismo, quebrando diversas imagens sacras.
Leonardo foi encaminhado para a delegacia de Patos para responder por danos ao patrimônio, no entanto, familiares foram até lá e informaram que Leonardo tem problemas de saúde mental e já teria sido internado.
O jovem estaria muito agitado no momento da prisão e uma ambulância do Samu foi chamada para atendê-lo. Leonardo foi medicado e em seguida liberado já na madrugada deste domingo (12-01-2014).
            E a glória do Deus invisível, mas real, quem pode destruir? Vejamos o que a palavra de Deus nos diz em Jeremias 10: 5 – São como a palmeira, obra torneada, porém não podem falar; certamente são levados, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, nem tampouco têm poder de fazer bem.
            Finalmente, para nós hoje fica a palavra que está em Atos 17: 22-30 – E, estando Paulo no meio do Areópago, disse: Homens atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos;

23  Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: ao deus desconhecido. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio.

24  O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;

25  Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas;

26  E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação;

27  Para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós;

28  Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração.

29  Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens.

30  Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;  

            É a palavra de Deus pura e verdadeira na qual devemos crer e não discutir pois está escrita em linguagem clara e de fácil entendimento.
            Finalmente deixo mais dois exemplos de que o tempo destruiu coisas porque não são eternas como nosso Deus a quem adoramos em espírito;



quarta-feira, 1 de outubro de 2014

COMO ADORAR? - CONTINUAÇÃO - ATITUDES DE ADORADOR

Por que é importante entender o verdadeiro significado de adoração? Há benefícios para nossa vida?
Amados, quando Jesus foi tentado por Satanás no deserto, Ele mencionou uma frase interessante no momento em que expulsava o tentador: Mateus 4 – 10: Então Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto.
            Satanás, ao tentar a Jesus, tentava também engana-lo se fazendo passar pelo Pai, ou seja, o diabo, naquele momento, fazia de conta que era o próprio Deus, todavia não enganou a Jesus, mas, será que Satanás parou de tentar enganar as pessoas se fazendo passar por Deus? Não. Ele é astucioso e não vai desistir, por isto é importante saber adorar com inteligência para não nos deixar ser levados na conversa, sabendo bem a quem adoramos e como Ele gosta que o adoremos: João 4: 24 – Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espirito e em verdade.
            Há uma tendência, ao adorarmos, de fazermos de forma não adequada, tem gente que adora e ora ao mesmo tempo. Oração é oração, súplica é súplica, louvor é louvor e adoração é algo diferente de todas estas coisas que são importantes, necessárias, porem, cada uma há seu tempo.
            Quando João estava exilado na ilha de Patmos e recebeu a visita de um anjo que o havia mostrado todas as coisas que estão escritas no apocalipse, entretanto, João prostrou-se aos pés daquele anjo para adorá-lo e o anjo lhe disse: Apocalipse 22: 9: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
            Viu? João querendo adorar o anjo! Tem gente que adora tudo: anjo, pedra, barro, imagem, etc. quando vão adorar a Deus é inútil sua tentativa de adoração. Vamos ver por que.
            Comecemos pelo livro de Levítico, que salienta a função dos sacerdotes, uma espécie de manual técnico, hoje nem tanto observado pelos cristãos, que constitui na primeira revelação detalhada, fala sobre adoração: Lev. 10:3 – E falou Moises a Arão: Isto é o que o Senhor disse: mostrarei a minha santidade naqueles que se cheguem a mim, e serei glorificado diante de todo o povo. Porem Arão se calou.
            Arão se calou porque dois de seus filhos haviam morrido perante o Senhor pelo fato de terem deixado de priorizar o serviço de Deus.

1ª lição - O verdadeiro adorador é aquele que prioriza a obra do Senhor.
           
Isto se confirma no evangelho de Mateus 8: 21-22 – E outro dos discípulos lhe disse: Senhor, permite-me ir primeiro sepultar meu pai. Replicou-lhe porem, Jesus: segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos.
            E ainda podemos confirmar  biblicamente uma sábia atitude de Davi que, imediatamente após receber um beneficio de Deus, vai primeiramente, prioritariamente, como filho dEle, diante do altar, no templo, para adorar o Senhor. Salmo 5: 7 – porem eu, pela riqueza da tua misericórdia, entrarei na tua casa; e me prostrarei diante do teu santo templo e no teu temor.
            O que vimos aqui são verdadeiras atitudes de adoração. Nessas atitudes os adoradores priorizam a obra de Deus.


            A bíblia ainda nos fala sobre a necessidade de o verdadeiro adorador ter verdadeiras atitudes na adoração. Vejamos:
Salmo 5:7 – Porém eu entrarei em tua casa pela grandeza da tua benignidade; e em teu temor me inclinarei para o teu santo templo.
Salmo 29:2 – Dai ao Senhor a glória devida ao seu nome, adorai o Senhor na beleza da santidade.
Habacuque 2:20 –  Mas o Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra.
            Por isto é que devemos colocar nossa inteligência a serviço da verdadeira adoração, com atitudes racionais.
Paulo, escrevendo aos Romanos 12:1, ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Isto significa: com a mente, a intelectualidade.
Finalmente, vale a pena lembrar que na bíblia, todas as vezes em que aparece a palavra espírito com “e” minúsculo significa folego de vida, ou seja, alma inteligente.
Vamos continuar ainda falando sobre este importante assunto.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

COMO ADORAR A DEUS?


   Praticamente todos que se dizem Cristãos adoram a Deus. Na verdade Deus procura adoradores, a saber, verdadeiros adoradores.
    O apóstolo Paulo descreve perfeitamente a verdadeira adoração em Romanos 12: 1-2: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
     Essa passagem contém todos os elementos da verdadeira adoração. Primeiro, há a motivação para adoração: "as misericórdias de Deus." As misericórdias de Deus são tudo o que Ele tem nos dado que nós não merecemos: o amor eterno, a graça eterna, o Espírito Santo, a paz eterna, a alegria eterna, a fé salvadora, conforto, força, sabedoria, esperança, paciência, bondade, honra, glória, justiça, segurança, vida eterna, perdão, reconciliação, justificação, santificação, liberdade, intercessão e muito mais. O conhecimento e a compreensão desses presentes incríveis nos motivam a demonstrar louvor e ação de graças - em outras palavras, adoração!
   Também na passagem encontra-se uma descrição da forma da nossa adoração: "apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo e santo." Apresentar os nossos corpos significa dar a Deus tudo de nós mesmos. A referência aos nossos corpos, aqui, significa todas as nossas faculdades humanas, tudo da nossa humanidade - nossos corações, mentes, mãos, pensamentos, atitudes - deve ser apresentado a Deus. Em outras palavras, estamos abrindo mão do controle dessas coisas e entregando-o a Ele, assim como um sacrifício literal foi entregue totalmente a Deus no altar. Mas como alcançar isso? Mais uma vez, a passagem é clara: "pela renovação da sua mente." Renovamos as nossas mentes diariamente ao limpá-las da "sabedoria" do mundo e substituindo-as com a verdadeira sabedoria que vem de Deus. Nós o adoramos com nossas mentes renovadas e limpas, não com nossas emoções. As emoções são coisas maravilhosas, mas a menos que sejam formadas por uma mente saturada na Verdade, elas podem ser forças destrutivas e fora de controle. Onde a mente vai, a vontade segue, e assim fazem as emoções. Primeiro Coríntios 2:16 nos diz que temos "a mente de Cristo", e não as emoções de Cristo.
    Há apenas uma maneira de renovar as nossas mentes – através da Palavra de Deus. É conhecer e compreender a verdade da Palavra de Deus que renova nossas mentes. Conhecer a a verdade, crer na verdade, manter convicções sobre a verdade e amar a verdade naturalmente resultarão em uma verdadeira adoração espiritual. É convicção seguida de afeto, afeto que é uma resposta à verdade, e não a quaisquer estímulos externos, incluindo a música. A música, como tal, não tem nada a ver com a adoração. A música não pode produzir adoração, embora certamente possa produzir emoção. A música não é a origem da adoração, mas pode ser uma expressão da mesma. Não espere que a música induza a sua adoração; busque nela apenas uma forma de expressar o que se encontra em um coração encantado pelas misericórdias de Deus e obediente aos Seus mandamentos.
     A verdadeira adoração é centrada em Deus. As pessoas tendem a se distrair com onde devem adorar, qual música devem cantar na adoração e como outras pessoas enxergam o seu louvor. Focalizar-se nessas coisas atrapalha enxergar o ponto principal. Jesus diz-nos que os verdadeiros adoradores hão de adorar a Deus em espírito e em verdade (João 4:24). Isso significa que adoramos a partir do coração, essa é a maneira que Deus projetou. A adoração pode incluir orar, ler a Palavra de Deus com o coração aberto, cantar, participar em comunhão e servir aos outros. Ela não se limita a um ato, mas é feita corretamente quando o coração e atitude da pessoa estão no lugar certo.
   Também é importante saber que a adoração é reservada somente para Deus. Só Ele é digno e não qualquer um dos Seus servos (Apocalipse 19:10). Não devemos adorar santos, profetas, anjos, estátuas, quaisquer falsos deuses ou Maria, a Mãe de Jesus. Também não devemos adorar com a expectativa de receber algo em troca, como uma cura milagrosa. A adoração é feita para Deus - porque Ele merece - e para o Seu prazer apenas. A adoração pode ser louvor público a Deus (Salmo 22:22; 35:18) em um ambiente congregacional, onde podemos proclamar através da oração e louvor a nossa adoração e gratidão a Ele e o que tem feito por nós. A verdadeira adoração é sentida interiormente e então expressa através de nossas ações. "Adorar" por obrigação desagrada a Deus e é completamente em vão. Ele pode ver através de toda a hipocrisia, a qual Ele odeia. Ele demonstra isso em Amós 5:21-24 ao falar sobre a vinda de julgamento. Um outro exemplo é a história de Caim e Abel, os primeiros filhos de Adão e Eva. Ambos trouxeram ofertas ao Senhor, mas Deus só se agradou com Abel. Caim trouxe a oferta por obrigação; Abel trouxe os melhores cordeiros do seu rebanho. Ele trouxe o que trouxe por fé e admiração por Deus.
    A verdadeira adoração não se limita ao que fazemos na igreja ou em adoração aberta (embora sejam coisas boas e que a Bíblia nos encoraja a fazer). A verdadeira adoração é o reconhecimento de Deus e todo o Seu poder e glória em tudo o que fazemos. A forma mais elevada de louvor e adoração é a obediência a Ele e à Sua Palavra. Para fazer isso, devemos conhecer a Deus; não podemos ser ignorantes dEle (Atos 17:23). A adoração serve para glorificar e exaltar a Deus - para mostrar a nossa lealdade e admiração ao nosso Pai.

   Vamos continuar estudando este assunto para entendermos melhor sobre o incrível ato de adorar. Aguardem!